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Cooperação entre terminólogo e pesquisadores
especialistas em Agropecuária

Rosa Maria Alcebíades Ribeiro,
Embrapa
Brasil

 

Introdução

Este trabalho apresenta aspectos da cooperação entre terminólogos e especialistas, dentro do projeto "Organização e divulgação da terminologia da pesquisa agropecuária do Brasil", para a criação de uma base de dados e desenvolvimento de trabalhos terminológicos e terminográficos. O projeto é de iniciativa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), instituição vinculada ao Ministério da Agricultura e Abastecimento do Brasil.

Para o estabelecimento da cooperação entre terminólogo e especialista e identificação de estratégias de abordagens, realizamos uma pesquisa, de caráter nacional, com o objetivo de conhecer a situação atual da comunicação especializada na Embrapa, a produção textual, as preferências editoriais dos autores e as necessidades de acesso às informações lingüísticas e terminológicas por parte do corpo técnico (Ribeiro, 1999: 84).

 

Metodologia

A metodologia de pesquisa exploratória permite conhecer o ambiente, os problemas existentes, o perfil das pessoas envolvidas e fornece dados que facilitam a formulação de alternativas de intervenção para solucionar problemas.

Formulamos as seguintes hipóteses:

necessidade, por parte do corpo técnico, de acesso fácil a determinados serviços terminológicos e a obras terminográficas;

demanda crescente junto aos pesquisadores por obras terminográficas e serviços terminológicos;

a produtividade neonímica no universo de discurso da pesquisa agropecuária e o grande número de termos sem tratamento terminológico e terminográfico.

O grupo selecionado para a constituição da amostragem foi composto por pesquisadores de formação acadêmica nas ciências que compõem o universo da pesquisa agropecuária e que atuam na pesquisa-fim da Embrapa; editores ou profissionais que executam tarefas relacionadas com a editoração de trabalhos técnicos e científicos em cada unidade descentralizada. A Embrapa está presente em todas as regiões brasileiras e conta com 2.064 pesquisadores (Tabela 01), distribuídos por níveis de formação acadêmica.

Tabela 01. Distribuição dos pesquisadores por nível de formação acadêmica


Fonte: Embrapa/DAP março 2000

Considerando a extensão da população-alvo, definimos uma amostragem, levando em conta a homogeneidade para legitimar os resultados e representar com certa fidelidade as características da totalidade. Por isso, delimitamos uma população geograficamente representativa (Tabela 02), selecionando três unidades de pesquisa por região, usando o critério do sorteio.

Tabela 02. Pesquisa: seleção das unidades de pesquisa participantes.

 

A seleção dessas unidades nos permitiu trabalhar com um universo de 579 pesquisadores. No caso dos editores, contamos com a totalidade 37, considerando a existência de um editor em cada unidade de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). A Embrapa tinha, nessa época, 39 unidades [1] e duas foram excluídas [2]. A relação nominal dos especialistas foi retirada do Guia de Fonte, base de dados pessoais, profissionais e funcionais dos pesquisadores da Embrapa.

Os questionários foram elaborados, considerando as variáveis:

a) Identificação (quem são)
Quem são os pesquisadores e editores da Embrapa (dados de identificação: idade, sexo, grau de formação acadêmica, especialidade e tempo de trabalho na Embrapa).

b) Produção textual (como produzem)
Que trabalhos textuais e de editoração produzem e como o fazem. Foram onze questões subjetivas e objetivas para os pesquisadores e catorze para os editores sobre a existência de comitê de publicações no centro de pesquisa onde atuam; a produção textual; o uso de normas editoriais, de veículos de comunicação e de idiomas; a criação de termos novos; o empréstimo lingüístico e a utilidade dos glossários nos finais de livros.

c) Qualidade textual (do que precisam e como podem colaborar)
As necessidades dos especialistas para melhorarem o desempenho textual e as possibilidades de colaborarem na execução de trabalhos terminológicos e terminográficos. Foram cinco questões mistas para pesquisadores e sete para editores, sobre as impressões pessoais em relação ao acesso rápido a obras terminográficas, a produção de novos serviços terminológicos e lingüísticos e a colaboração na criação e manutenção [3] de uma base de dados terminológicos.

Dos 579 questionários encaminhados, foram devolvidos 190 (32,81%), dos quais nove sem resposta, portanto, a base de cálculo para pesquisadores foi de 181 (31,26%), e para editores, 12 (31,57%). A maior incidência de resposta foi na região Centro-Oeste e as menores, nas regiões Norte e Nordeste.

 

Resultados

A pesquisa nos forneceu um panorama do ambiente sócio-profissional no qual o projeto terminológico vem sendo desenvolvido. A Embrapa retratada pela pesquisa é uma empresa composta por um corpo científico e técnico multidisciplinar de alta especialização. É uma empresa madura, não só pela idade e pelos relevantes resultados de pesquisa, mas também pelo tempo funcional do seu corpo técnico que conta, em sua maioria, com 20 a 25 anos de pesquisa, experiência e formação. O cargo de pesquisador é ocupado, geralmente, pelo sexo masculino (83,97%) e o cargo de editor é ocupado, geralmente, pelo sexo feminino (64,28%). Os editores são profissionais de várias áreas como Engenharia Florestal, Biblioteconomia, Letras, Direito, Comunicação, Agronomia, Veterinária.

Todos os centros de pesquisa têm comitê de publicações. A produção textual, científica, tecnológica e técnica da Embrapa mantêm ainda as características definidas no Manual de Editoração (Embrapa, 1983), apesar de os pesquisadores (43,64%) afirmarem que não usam as normas editoriais da Empresa. As normas são semelhantes àquelas propostas por outras instituições científicas ou de editoração científica e os editores (64,28%) fazem uso delas, daí a manutenção das características básicas. Os editores (100%) sentem falta de novas diretrizes ou de uma nova política editorial.

Os pesquisadores e editores publicam nos veículos de comunicação da Embrapa, pela facilidade e rapidez entre a elaboração do trabalho e sua publicação, mas reconhecem a penetração das revistas especializadas no meio científico e optam por esse tipo de publicação sempre que possível. O tipo de pesquisa desenvolvida e o público a ser atingido são determinantes na escolha do veículo, assim sendo, a pesquisa de caráter tecnológico e técnico de aplicação direta pelo produtor será divulgada, certamente, nos veículos técnicos da Embrapa, ou rurais como A Granja, Balde Branco, Plantio Direto, que solicitam artigos com freqüência. A pesquisa de caráter científico será divulgada em veículos igualmente científicos.

Os veículos da Embrapa mais usados são Circular Técnica, Documentos e Comunicado Técnico, nessa ordem. A revista Pesquisa Agropecuária Brasileira (PAB), revista científica da Embrapa, é freqüentemente usada pelos pesquisadores (48,61%) e recomendada pelos editores (64,28%), mas ambos reclamam do longo período entre a apresentação e aceitação do trabalho até a publicação. Os menos usados são Boletim Agrometeorológico pela especificidade e o Relatório Técnico Anual por ser uma publicação coletiva, de responsabilidade dos centros de pesquisa, já que aborda o desempenho científico e técnico anual da unidade. O Boletim de Pesquisa, apesar de ser muito indicado pelos editores, sofre restrições por parte dos pesquisadores que preferem publicar os resultados finais da investigação nos periódicos internacionais pela abrangência e pela valorização que o artigo alcança.

A falta de revisão da política editorial ou sua adequação aos novos tempos, novas tecnologias e a necessidade de atingir outros públicos propiciaram a criação de novos veículos como: Boletim de Pesquisa Florestal (Embrapa Florestas); Gado de Corte Divulga, veículo que responde aos questionamentos imediatos dos produtores rurais (Embrapa Gado de Corte); Série Pesquisa em Foco [4], dirigida aos produtores rurais e extensionistas (Embrapa Mandioca e Fruticultura); site na Internet para trabalhos já publicados e na Intranet [5] para estudos em andamento (Pecuária do Sul).

As publicações especializadas internacionais são tão procuradas quanto as nacionais. As nacionais mais citadas são Fitopatologia Brasileira, Revista Brasileira de Fruticultura, Revista Brasileira de Ciência do Solo, Revista Brasileira de Zootecnia, Revista Brasileira de Sementes e Revista Brasileira de Mandioca, nessa ordem. Há um grande número de trabalhos publicados em anais de congressos.

A comunicação científica, tecnológica e técnica na Embrapa é realizada em português (47,51%) e em outros idiomas (53,59%). Os trabalhos em outros idiomas, preferencialmente o inglês (50,82%), são geralmente publicados em periódicos internacionais indexados e anais de congressos. O alto índice do uso do inglês deve-se, entre outros motivos, ao expressivo desenvolvimento tecnológico dos países de língua inglesa. Sousa & Singer (1984) colocam em evidência o fato de que a organização econômica e social determina a produção científica e tecnológica.

A criação de nomes para denominar produtos, processos, serviços e tecnologias é declaradamente maior do que o empréstimo lingüístico admitido. A coerção no uso do empréstimo é real e manifestada através de comentários como:

“modismo!”
“O Comitê de Publicações não permite!”
“Sou freqüentemente procurado para “encontrar” palavras para tradução do inglês!”.

As causas mais freqüentes de ocorrência de empréstimo lingüístico são: o preenchimento de lacuna, no caso da ausência de um equivalente em português; o empréstimo de um termo capaz de promover uma compreensão mais apurada; a coerência com a comunidade científica no uso de terminologias e convenções; a preservação da força comunicativa entre especialistas e; o uso internacional de um termo, geralmente de base latina, levando a uma economia na comunicação, como no caso de biotecnology, biotécnologie, biotecnologia, biotecnología.

uma necessidade quase que professoral de explicar e de ser compreendido [6], por isso o pesquisador preocupa-se em transmitir os novos nomes, quase sempre, acompanhados de uma pequena definição e até de pequenas descrições da motivação no processo de criação.

Os pesquisadores e editores da Embrapa são muito procurados por outros profissionais, como jornalistas, e as dúvidas mais freqüentes são sobre recomendações técnicas, definição de termos, tradução de termos e de dados técnicos e científicos, definição de abreviaturas e de fórmulas, nessa ordem. A disponibilidade de pequenos glossários temáticos para apoio em atendimentos técnicos ou em entrevista com a imprensa, é vista como uma iniciativa que possibilita maior entendimento sobre as questões discutidas, facilitando a comunicação. A inserção de glossários no final das publicações também é vista como medida de grande utilidade.

Os profissionais pesquisados consultam, com freqüência, as obras lexicográficas e terminográficas, impressas e eletrônicas e consideram de extrema necessidade o acesso fácil, a diversidade de títulos e o oferecimento de serviços terminológicos de apoio para o bom andamento dos seus trabalhos. Os pesquisadores usam preferencialmente os dicionários, e os editores, os dicionários e a gramática. Eles necessitam de outros serviços e obras como correção gramatical de textos; dicionários técnicos e temáticos em português e com eqüivalência em outros idiomas; listas contendo nomes científicos e nomes populares; curso de redação científica e técnica e apreciaram a idéia da criação de uma bases de dados terminológicos.

Quanto ao desenvolvimento de trabalhos terminológicos em cooperação, os pesquisadores (71,82%) e os editores (100%) dispuseram-se a colaborar fornecendo terminologias e trabalhos científicos, tecnológicos e técnicos [7], analisando conceitos e definições de termos, relatando suas dificuldades sobre o assunto e fazendo ocorrências sobre fenômenos lingüísticos observados. O fornecimento dos trabalhos de divulgação científica, tecnológica e técnica é imprescindível e, segundo Sager (1993:204), “a terminologia extraída de um texto contínuo oferece uma garantia maior de integridade e coerência temática”, além de assegurar a precisão na seleção e tratamento dos termos.

 

Discussão

A partir dos dados sobre a realidade dos grupos com os quais realizaremos trabalhos pontuais, passamos a traçar planos estratégicos de abordagens. A grande vantagem no desenvolvimento de trabalhos terminológicos em uma instituição com as características da Embrapa é o contato direto com especialistas, entretanto, eles devem estar conscientes sobre a importância de tal realização e comprometidos com a qualidade final do trabalho.

A primeira etapa da estratégia de abordagem compreende todo o trabalho de divulgação do projeto e solicitação de apoio aos terminólogos da Embrapa e de outras instituições envolvidas na cooperação [8]. A segunda etapa compreende o estabelecimento de mecanismos de consulta aos especialistas, de repasse do material textual, de julgamento das definições, de elaboração das obras terminográficas e das implicações com as questões de direitos autorais e propriedade intelectual.

Apesar da complexidade do trabalho, da diversidade temática e da grande extensão territorial do país, contamos com dois aspectos positivos: a comunicação constante, rápida e eficiente com os especialistas em qualquer unidade de pesquisa [9] e o acesso às informações organizadas em várias bases de dados, que permitem, por exemplo, a localização e obtenção de artigos técnicos e científicos em qualquer uma das 38 bibliotecas, ou a relação dos pesquisadores que trabalham com determinado produto ou tema.

Realizamos uma outra pesquisa para servir de base para a descrição da metodologia de trabalhos terminológicos para a Embrapa. O tema pesquisado foi "Recuperação de áreas degradadas com espécies vegetais associadas à microrganismos", parte de um grande tema "Recursos Naturais: avaliação, manejo e recuperação", ambos constantes da programação de pesquisas científicas e tecnológicas da Embrapa. O envolvimento dos técnicos na pesquisa ocorreu desde o momento da delimitação do corpus de análise e se estendeu até o final. O contato foi feito pessoalmente com os técnicos sediados na Embrapa Cerrados, em Brasília e por meios eletrônicos com os técnicos sediados na Embrapa Agrobiologia, no Rio de Janeiro. O tempo médio de resposta foi de dois dias. No período não havia nenhum dos pesquisadores afastado por férias ou viagens. Não houve correspondência formal solicitando colaboração, mas sim contatos diretos por telefone e pela Internet informando sobre o trabalho. Houve 100% de participação, considerando que todos os pesquisadores procurados colaboraram. Percebemos que há, nesse caso específico de cooperação, três tipos de situações que determinam a atuação dos indivíduos envolvidos. Esses indivíduos são os colaboradores que atuam nas situações nuclear, periférica e indireta, (Tabela 03). O colaborador que atua numa situação indireta pode ser o bibliotecário, que fornece material bibliográfico, o editor que disponibiliza material textual publicado pelo centro de pesquisa ou o pessoal de apoio à pesquisa que possibilita o acesso a fotos, material de herbário, sementes. O colaborador que atua numa situação periférica é aquele que dá informações preciosas de orientação. É o gestor do programa de P&D, que repassa dados e textos de planejamento de pesquisa. O colaborador que atua numa situação nuclear é aquele que dá informações sobre conceitos, definições, eqüivalências e participa ativamente do trabalho, colaborarando em todas as etapas e será o juiz no julgamento da definição. Segundo Rondeau (1984:204), a consulta a especialistas, que nesse caso são os colaboradores que atuam na situação nuclear, deve ser feita sempre que necessário e ao longo do trabalho. O pessoal de apoio à pesquisa também pode ser considerado colaborador nuclear, quando está na situação de informante sobre as variantes, por exemplo.

Tabela 03. Tipos de situações verificadas nas relações de cooperação entre terminólogo e especialistas da Embrapa.

 

Considerações finais

Parece não haver dúvidas sobre a complexidade da proposta contida no projeto “Organização e divulgação da terminologia da pesquisa agropecuária do Brasil”, pelo volume das ciências, disciplinas, temas, terminologias e pessoas envolvidas. Entretanto, precisamos considerar três aspectos importantes para o desenvolvimento de trabalhos terminológicos e elaboração de obras terminográficas: o volume e a qualidade da produção textual de uma instituição de pesquisa, o desenvolvimento e criação de produtos, tecnologias, técnicas e serviços que necessitam de denominações, a necessidade de acesso a obras terminográficas elaboradas à luz de trabalhos terminológicos criteriosos e o padrão de eficiência da comunicação exigida atualmente.

Percebemos, durante o período em que estivemos em contato com os colaboradores, de uma maneira geral, uma receptividade e entusiasmo pelo trabalho que estamos realizando. O especialista passa por uma aprendizagem especializada e estará sempre na condição de disseminador de conhecimentos. Todas as suas manifestações serão para comunicar ou discutir um conhecimento existente ou um novo conhecimento gerado (intercâmbio de informações). Portanto, ele sabe que o trabalho proposto é um forte aliado da comunicação especializada.

A parceria entre terminólogo e especialista deve ser cercada de posturas e condutas que assegurem o bom desempenho profissional e garantam os resultados planejados. Entendemos que o amplo e irrestrito intercâmbio de informações sobre todas as etapas, a segurança e a confiança mutua de ética profissional são aspectos obrigatórios em qualquer parceria.

 

Bibliografia

CABRÉ, M. Teresa (1993). La terminología. Teoría, metodología, aplicaciones. Barcelona, Espanha: Editorial Antártida, 529 p.

EMBRAPA. Departamento de Difusão de Tecnologia (Brasília, DF) (1983). Manual de publicações da EMBRAPA. definições para o pesquisador. Brasília, 26 p. (EMBRAPA – DTT. Documentos 10).

EMBRAPA Departamento de Difusão de Tecnologia (Brasília, DF) (1984). Manual de publicações. Normas para veículos de divulgação da pesquisa. Brasília, 26 p. (EMBRAPA – DTT. Documentos 11).

MARTINS, M.. L. DALVA & L. Lyra CLEA. (1981). Normas para publicação de trabalhos. Brasília, Brasil: EMBRAPA – DID, 12p. (EMBRAPA – DID. Miscelânea, 4)

RIBEIRO, Rosa M. A. (1998). «Panorama da terminologia na Embrapa e estado de desenvolvimento das atividades de normalização neológica». In: Terminômetro, nº.3, p. 51-53. Número especial: A terminologia no Brasil. Paris: União Latina.

RIBEIRO, Rosa M. A. (1999). Bases de dados neonímicos e terminológicos da pesquisa agropecuária no Brasil. São Paulo, Brasil: Universidade de São Paulo, 185 p. Dissertação Mestrado.

ROSINHA, Raul C. (1970). Um modelo de comunicação escrita para a pesquisa agropecuária. Brasília: EMBRAPA – ATA, 24 p.

ROCHA, Rita R. & Rosa M. A RIBEIRO (1988). Publicações série Embrapa considerações, comparações e alternativas. Campo Grande: EMPAER, 29p. (EMPAER. Documentos, 19).

RONDEAU, Guy. (1984). Introduction à la terminologie. 2.ª ed. Québec: Gaëtan Morin, 238 p.

SAGER, Juan C. (1993). Curso práctico sobre el processamiento de la terminología. Madrid: Fundación Germán Sánchez Ruipérez. Fundación y Ediciones Pirâmide, 442 p. A practical course in terminology processing. Tradução de L. C. Moya.

 

[1] Atualmente a Embrapa tem 40 unidades descentralizadas de pesquisa.

[2] Unidades que não desenvolvem pesquisas em ciência e tecnologia: Embrapa Produção de Informação e Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia.

[3] manutenção conceitual e definitória dos dados terminológicos.

[4] O nome “pesquisa” é alterado conforme o produto em questão como: “Citros em Foco”, “Biotecnologia em Foco”.

[5] Rede interna de comunicação de dados.

[6] Alguns especialistas procuram divulgar aos seus pares, por meio de periódicos das sociedades e associações, das quais fazem parte, repertórios contendo os termos mais usados e os mais polêmicos com as respectivas definições sempre relacionadas à área em questão. (Deuber 1999:28).

[7] Trabalhos que se diferenciam pela especificidade do tema e de sua perspectiva cognitiva, pelos interlocutores, pela situação comunicativa, pela densidade científica e terminológica (Cabré, 1993:105 e Ribeiro, 1999:30)

[8] O projeto prevê a cooperação técnica entre a Embrapa e universidades brasileiras.

[9] A Embrapa está interligada pelo sistema Embrapa Sat, rede de comunicação via satélite para transmissão de voz/fax, dados e imagens entre todas as suas unidades.

 

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