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Processos terminológicos e relações dos termos
dos livros didáticos com a língua comum

Marieta Prata de Lima Dias
Universidade Federal de Mato Grosso
Brasil

 

Observamos que a literatura sobre ensino de Terminologia aborda, mais freqüentemente, o ensino em nível de terceiro grau, ou seja, enfoca o processo educacional a partir do momento em que a opção de estudo por uma área específica do saber já ocorreu. Sabemos que tal momento é antecedido por um período em que são ministrados conhecimentos gerais sobre as diversas áreas; situação necessária, inclusive, para que a escolha por uma delas seja possível posteriormente. Porém, como mostram dados estatísticos, muitos estudantes não prosseguem seus estudos; ficando, pois, em nível de saber institucionalizado, com os conhecimentos gerais adquiridos até o Ensino Fundamental.

As disciplinas ministradas nos diversos graus do ensino institucionalizado são resultado da graduação do conhecimento das ciências. No caso específico do Ensino Fundamental (5ª a 8ª série), elas constituem o momento de iniciação científica do estudante e, portanto, de acesso aos respectivos universos de discurso. Isto significa que o conhecimento terminológico que lhe possibilitará ler textos de vulgarização das diversas áreas é aquele adquirido até então.Ocorre que o professor de cada disciplina muitas vezes não está atento às possíveis semelhanças ou desigualdades significativas entre os termos usados em sua área e os de outras áreas, na mesma série escolar, e o aluno tem, por vezes, cinco aulas de disciplinas diferentes em um período diário sem que, normalmente, haja menção às possíveis semelhanças e/ou desigualdades significativas entre os termos.

Uma descrição exemplificativa deste processo em uma única série faz-se necessário para que possamos ter melhor enfoque sobre como abordar o tema Terminologia em nível de Ensino fundamental, ou seja, com alunos geralmente na faixa etária de 10-11 a 13-16 anos. Por isso, neste estudo temos como objetivo descrever os processos de terminologização stricto sensu e os de metaterminologização e outras relações dos termos entre si e com as palavras da língua comum; termos estes coletados em livros didáticos usados pela 7ª série de uma escola pública brasileira,

Foram examinadas apenas as áreas de estudo que são ministradas com a adoção de livros didáticos, a saber: Ciências, História, Geografia, Português e Matemática; portanto, desprezadas as disciplinas Educação Física, Educação Artística, por requererem outro(s) tipo(s) de instrumento de coleta de dados.Todos essas obras apresentam o selo PNLD/ FNDE 99 (Programa Nacional do Livro Didático / Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), que significa serem livros didáticos submetidos a um processo de análise e avaliação de seu valor didático, sob a coordenação do Ministério da Educação e Cultura (MEC).

A coleta resultou em um total de 1.178 termos, sendo 342 de Ciências, 126 de Geografia, 273 de História, 183 de Matemática e 254 de Português. Foi feita em dois momentos: duas vistorias em cada obra, com atenção aos termos em realce (negrito, itálico, versais ou aspas), aos termos em títulos, aos conceituados pelo próprio livro e às expressões como "isto se chama", "recebe a denominação" etc.; depois, cada um dos termos, à exceção dos classificados como substantivos próprios, foi procurado nos dicionários Ferreira e Michaelis. Nesta fase final de resolução, foram seguidos alguns critérios: para o termo simples, existência de uma acepção indicada como especializada em pelo menos um dos dicionários e, para o composto, caso houvesse apenas um dos elementos ou mesmo o termo completo, sem remissão à especialidade em apenas uma das situações. Foi o que ocorreu com <liberdade de imprensa> considerada termo, cuja base é indicada como especializada da área de Direito, mas que consta integralmente sem remissão à especialidade ao final do verbete; já <governo provisório> não consta na forma complexa, mas a base <governo> é considerada Lsp em uma das acepções. Ambos foram, pois, considerados termos. Algumas exceções foram feitas para o caso de termos minuciosamente conceituados pelos livros didáticos, embora não constassem como Lsp no dicionários.

Entendemos por terminologização stricto sensu o processo de conversão do vocábulo em termo e por metaterminologização, o processo denominado por Barbosa (1998:34) de "transposição de um termo, de uma para outra área, sem a modificação total do significado, ou seja com a manutenção de alguns traços semânticos na intercessão dos dois sememas".

Como terminologização stricto sensu, percebemos que os termos complexos (Cabré: 1993:176) são os que, certamente, podemos dizer que apresentam o processo de forma mais nítida pelo fato de terem sema(s) do elemento básico comum(comuns) com as respectivas palavras homônimas combinados com elementos da própria área. São alguns casos:

 

Há também os termos simples, cuja significação apresenta pequena variação daquela das palavras da língua comum. São alguns deles:

 

O processo de metaterminologização requer uma pesquisa histórica nas diversas áreas de ensino para saber qual seria a primeira a ter usado o termo; mesmo porque muitas vezes os termos têm semas comuns não só entre as áreas entre si como também com a língua comum. São alguns exemplos de termos em mais de uma área:

 

Além desses processos acima descritos e exemplificados, foram observadas algumas relações dos termos entre si e deles com as palavras da língua comum. São elas:

1ª) Ocorrência de intercessão de sema de um termo simples de uma disciplina com a LC e não intercessão do termo simples homônimo de outra disciplina com a LC, na acepção considerada mais usual. Por exemplo: <cálculo> Mat. X cálculo Sema: ato de avaliar; <cálculo>, <cálculos renais>, <cálculos biliares> Ciênc. X cálculo Não há intercessão de sema(s).

2ª) Ocorrência de termo em que não há sema comum com as palavras da LC, por serem de origem latina diferente. Exemplo: <secante> Mat. é originado de sectio-onis (lat.), conforme Cunha, e de secante, particípio presente de secare (lat.), conforme Aurélio, e que significa "que corta". Secante (LC) é originado de siccus-a-um (lat.), conforme Cunha, e de siccante (lat.), conforme Aurélio, e que significa "que seca".

3ª ) Ocorrência de termo em que não há sema comum com a acepção da LC mais usual, na mesma categoria gramatical, e sim com uma das acepções possíveis. Exemplo:<sujeito> Port. X sujeito (acepção mais usual: "S.m Indivíduo indeterminado ou cujo nome se quer omitir") Sema comum: assunto, tema

4ª ) Ocorrência de termo que se refere a uma unidade de noção na Lsp e a uma noção coletiva de tais unidades na LC, havendo, porém, sema comum. Exemplo: <vitamina> em Ciências significa "cada um dos compostos orgânicos do reino animal e vegetal, que atuam em pequeníssimas quantidades, favorecendo o metabolismo, servindo de base para os mais importantes fermentos, influindo sobre os hormônios etc. (...)". Vitamina na LC diz respeito ao creme formado por fruta(s) e/ou legume(s) batido(s) no liquidificador com adição de líquido. Sema comum: desempenho de papel importante em processo metabólico.

5ª ) Ocorrência de termo, cujo "a" final é vogal temática e o "a" do respectivo homônimo na LC é desinência número-pessoal, havendo intercessão semântica entre o termo e a palavra. Ex.: <ordenada> Mat. X ordenada (feminino do adjetivo "ordenado"). Sema comum: disposto em ordem

6ª ) Ocorrência de termo em que não há intercessão semântica com o homônimo da LC atual, embora seja da mesma raiz latina, mas há sema comum com o sentido em latim. Exemplo:<rádio> (Ciênc.) nome de um osso. "Lat. radius, ii m. (Sentido próprio). Varinha pontiaguda, vara, estaca." (António G. Ferreira,1988).
<rádio> (Ciênc.) X radius, ii (lat.). Sema comum: forma de vara

7ª ) Ocorrência de termo complexo (cf. Cabré, p. 176) com uma parte apresentando sema comum à acepção considerada mais usual na LC pelos dicionários (Ferreira, Michaelis, Cunha, Aulete), embora no dia a dia do estudante deste nível escolar não seja a acepção mais freqüente. Exemplo: <receita pública> Hist. X receita. Sema comum, conforme dicionários: "Quantia recebida, ou apurada, ou arrecadada; produto, féria, renda". Sema mais usual para o aluno: "Fórmula para preparação de um medicamento" ou "...maneira de preparar um prato salgado ou doce".

8ª ) Ocorrência de termo simples homônimo de um elemento de termo complexo em disciplinas distintas com sema comum. Exemplo: <fator> Mat. X <fator RH> Ciênc. - Sema comum: elemento. <fibra> Ciênc. X <fibra óptica> Geo. Sema comum: estrutura alongada.

9ª) Ocorrência de termos homônimos em disciplinas distintas que não apresentam sema comum. <solução> Mat. X <solução> de iodo, de amido / Ciênc.; <trapézio> Mat. X <trapézio> Ciênc.

10ª) Ocorrência de palavra e termo homônimos usados na mesma disciplina. Ex. na História: cultura ("traços marcantes na cultura e na civilização") e <culturas> (ex.: trigo); ex. na Geografia: economia informal (capitalista) / economia (paralela).

11ª ) Ocorrência de homônimos, sendo termo em uma disciplina e palavra em outra. Ex.:

12ª) Termos que em nível de Ensino Fundamental ainda são considerados como palavras, mas em nível de especialização, na mesma área. são termos. Exemplo: expressão (Port.), família ( Hist.), língua (Port.), palavra (Port.) e vocabulário (Port.).

13ª) Ocorrência de termos usados somente no singular ou somente no plural, em disciplinas diversas, com significações peculiares. Ex.: <gênero> Port. / <gêneros> alimentícios / Hist.

14ª) Ocorrência de termo que na representação gráfica pertence a um sistema não lingüístico, mas que na verbalização lingüística e significação é homônimo de uma palavra. Ex.: (LC) "portanto" X (Mat.) -->

15ª ) Termos compostos com base comum em várias disciplinas. Ex.:<valor absoluto> e <valor numérico> Mat. X <valor nominal> Hist. X <valor real> Geo. ; <camada córnea> e <camada de ozônio> Ciênc. X <camada social> Hist.

16ª ) Termos homônimos em disciplinas diferentes com funções peculiares em cada área. Ex.: <,> (Mat.) indica a posição da unidade na representação decimal, conforme Aurélio Ferreira e <,> (Port.) separa membros de uma frase, conforme Michaelis; <.>(Mat.<ponto>) indica "elemento geométrico considerado sem dimensões, apenas com posição: Duas retas que se cruzam, cortando-se num ponto" (Michaelis) e <.> (Port.) indica "sinal de pontuação que fecha (.) o período" (Michaelis).

17ª ) Ocorrência de termos sinônimos. Conforme a indicação dos próprios livros didáticos, alguns exemplos seriam: <abcissa> ou <abscissa> (Mat.), <acidente vascular cerebral> ou <AVC> (Ciênc.), <andrógeno> ou <hormônio sexual masculino> (Ciênc.), <Associação de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico> ou <Apec> (Geo.), <Associação dos Estados Caribenhos> ou <AEC> (Geo.), <Bloco Operário e Camponês> ou <BOC> (Hist.), <Coluna Prestes> ou <Coluna Prestes-Miguel Costa> ou <Coluna Gaúcha> (Hist.)
<Comissão Econômica para a América Latina> ou <Cepal> (Geo.), <conjunto universo> ou <domínio de equação> (Mat.), <córtex cerebral> ou <matéria cinzenta> (Ciênc.) , <domínio> ou <universo> (Mat.), <enfarte> ou <ataque cardíaco>, <esperma> ou <sêmen>, <fenilcetonúria> ou <PKU> (Ciências), <gameta> ou <célula sexual> ou <célula reprodutora> (Ciências), <Grupo dos 7> ou <G-7> (Geo.), <hemácia> ou <glóbulo vermelho> (Ciências), <hormônio estimulador da tireóide> ou <TSH> (Ciências), <isóscele> ou <isósceles> (Mat.), <leucócito> ou <glóbulo branco> (Ciências), <Mercado Comum do Caribe> ou <Caricom> (Geo.), <Mercado Comum do Sul> ou <Mercosul> (Geo.), <monóxido de carbono> ou <CO>, <Organização dos Países Exportadores de Petróleo> ou <OPEP> (Hist.), <Partido Comunista Brasileiro> ou <PCB> (Hist.), <patela> ou <rótula> (Ciênc.), <placa litosférica> ou <placa tectônica> (Ciênc.), <População Economicamente Ativa> ou <PEA> (Geo.), <quilocaloria> ou <Kcal> (Ciênc.), <Rh-negativo> ou <Rh-> (Ciênc.), <Rh-positivo> ou <Rh+> (Ciênc.), <substância construtora> ou <substância plástica> (Ciências) e <zigoto> ou <célula-ovo> (Ciênc.).

18ª ) Ocorrência de termos que não constam em dicionários da LC. Ex.: glucagon (Ciênc.), linha de produção (Geo.) e tuba auditiva (Ciênc.).

19ª ) Ocorrência de inúmeras siglas. Ex.: ADH. AEC, Aladi, AVC, BCG, BOC, Caricom, Cepal, coord., CGT, CO2, CUT, DNA, FAO, FBI, G-7, IDH, MCCA, MERCOSUL, NAFTA, NEP, NIC, OPEP, OEA, ONU, OPEP, PCB, PEA, PIB, PNUD, PRI, PRI, Rh+, Rh-, RNA, S/A, subord., TEC, União Européia, Unicef, CGT, CUT, NEP.

20ª ) Ocorrência de termos não-lingüísticos. Ex.: …ABCD = > ÷ 360º, A’, a5 (Mat.); 1ºC, G-3 (Geo.) e O2, CO2 e Rh- (Ciênc.).

21ª ) Ocorrência de termos em outras línguas estrangeira modernas, principalmente em inglês. Ex.: holding e ranching belt.

22ª ) Ocorrência de termos em grego, latim ou mistos de português e latim. Ex.: superávit, renda per capita, homo erectus, homo habilis e homo sapiens.

23ª ) Ocorrência de palavras não consideradas termos pelos dicionários consultados, mas que freqüentemente se restringem a uma única acepção de seus verbetes. Ex. na História: artigos (para serem vendidos), base (social), bloco (sulista), capital (financeiro), classe (dominante), classe (média), crescimento (econômico), economia (dependente, brasileira), eixo centro-sul, estrutura (da sociedade), estrutura (sindical), extração (do látex), órgão (biblioteca), plano (econômico), potência (industrial), produção (cafeeira), produto (agrícola), propriedade (territorial), regime (de trabalho, de segregação social), sistema (colonial), sistema (de abastecimento), sistema (de parceria, produtivo), sistema (eleitoral), sistema (feudal), unidade (nacional), unidade (industrial), zona (urbana) e zona de influência; ex. na Geografia: blocos (regionais), canais, capital (bancário), capital (da civilização), cultura ("traços marcantes na cultura e na civilização"), eixo (Califórnia-Texas), grau (de diversificação), potência e regime (militar).

 

Conclusão

O grande número de ocorrência de termos com semas comuns à LC comprova que neste estágio de especialização do saber os termos situam-se na zona mediana, conforme classifica Rondeau (1984:24).

As disciplinas História e Geografia utilizam muitos termos em comum. Isso se justifica pelo fato de, nesta série, aquela ter como objeto de estudo a história sócio-político-econômica do Brasil e o processo de expansão capitalista desde o século XIX e esta, as relações internacionais e a organização do espaço no continente americano. Já em Ciências as unidades trabalhadas no ano são: o homem versus natureza; a organização do corpo humano; o papel dos alimentos, metabolismo, digestão, nutrição e saúde; as outras funções vegetativas (respiração, circulação, o sangue e a defesa do corpo, excreção); revestimento do corpo e locomoção (pele, ossos e músculos); sistema nervoso, órgãos dos sentidos e as glândulas endócrinas; reprodução humana e hereditariedade). Em Português, além do trabalho com a leitura, expressão oral e escrita, há preocupação com a ortografia, pontuação e com o ensino de sintaxe, vozes verbais, concordância nominal e algumas classes de palavras. Os capítulos do livro de Matemática referem-se ao conjunto IR dos números reais, às expressões algébricas, à fatoração, às equações, inequações e sistemas de equações, às retas, planos e relações entre ângulos, aos triângulos congruentes e às circunferências, arcos e ângulos.

Muitos termos constam como da LC em um dicionário e da Lsp em outro, o que já corrobora o fato de estarem na zona mediana, como sugere Rondeau. As disciplinas Matemática e Ciências são as que têm termos mais específicos da área; Geografia e História, desprezando-se a abudância de termos que se classificariam como substantivos próprios, usam mais termos da LC. Vários termos da História referenciam conceitos restritos à nação brasileira.

Com Barbosa (1994), concordamos que o ensino que parte do universo lingüístico sociocultural do aluno (Conjunto B) e incorpora aos poucos o do professor e, logicamente, da disciplina por ele ministrada (Conjunto A) é o ideal, por não anular o universo lingüístico e sociocultural do aluno além de reorganizá-lo.

"Entretanto, o ensino que parte do universo de B, ou se preferirmos, do dia-sistema e da dia-norma do conjunto A e do conjunto B (conjunto universo do aluno) e conduz paulatinamente à incorporação dos elemento do conjunto-diferença primitivo de A (conjunto universo do professor), tem como conseqüência a ampliação da intersecção entre ambos. Tal solução é, sem dúvida, melhor.(...) Para viabilizar esse processo, principalmente no caso do vocabulário técnico ou científico, quer se opte pelo modo paradigmático, quer pelo modo sintagmático de transmissão desse 'saber', parece-nos importante, de um lado, dotar o aluno de um número expressivo de parassinônimos lexicais diastráticos e diafásicos, assim como de mecanismos de atualização e devida contextualização dessas formas equivalentes; de outro, procurar fazer dos vocábulos banais, vulgares ou populares ('saber'do aluno) o ponto de partida para o acesso aos termos correspondentes (integrados no 'saber' do professor) e, conseqüentemente, para o acesso ao modelo teórico, técnico ou científico subjacente a esses mesmos termos." (Barbosa, 1994: 6-7)

 

Bibliografia

BARBOSA, M. Aparecida (1994). "Linguagem técnico-científica e ensino do léxico". In: Anais do Simpósio de Lexicologia e Lexicografia da UNESP (mimeo).

____ (1998). "Terminologização, vocabularização, cientificidade, banalização: relações". In: Acta semiotica et lingvistica. v. 7 São Paulo: Plêiade.

CABRÉ, M. Teresa (1993). La terminología Teoría, metodología, aplicaciones. Barcelona: Editorial Antártida/Empúries.

FERREIRA, Aurélio B. (1999). Novo dicionário da língua portuguesa. 2.ª ed. revista e aumentada; 43.ª impressão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

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LUCCI, Elian Alabi (1998). Geografia Homem e espaço. 13.ª ed. São Paulo: Saraiva. 7.ª série.

RIBEIRO, Vanise & Carla ANASTASIA (1996). Brasil Encontros com a História. São Paulo: Editora do Brasil. 7.ª série.

RONDEAU, Guy (1984). Introduction à la terminologie. Paris: Éditions Eska S.A.R.L.

SILVA JÚNIOR, César, Sezar SASSON & P. S. B. SANCHES (1998). Ciências Entendendo a natureza. 15. ed. São Paulo: Saraiva. 7.ª série.

 

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