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Índice por autores

 

 

Conceitos e classificação dos dispêndios públicos
em ciência e tecnologia

Helena Maria Motta de Oliveira Barros
Maria Margareth Negr
ão Pinto
Dirceu Raimundo de Azevedo
Brasil

 

Introdução

Pretende-se mostrar nesse trabalho a forma de sistematização adotada no levantamento dos recursos do Governo brasileiro para Ciência e Tecnologia.

Na década de 70, foram desenvolvidos estudos, metodologias e projetos que visavam à padronização de definições, compatibilização de sistemas classificatórios, bem como ao aprimoramento das técnicas de coleta, de tratamento de informações no âmbito da Ciência e Tecnologia.

O Manual Frascati foi obra de referência de relevância para o estabelecimento de conceitos, critérios para coleta e análise de dados estatísticos de Pesquisa e Desenvolvimento.

A Classificação Funcional-Programática, adotada pelo Governo brasileiro a partir de 1964, para efeito de programação, elaboração e execução, assim como para acompanhamento e controle de planos de governo, constituiu, também, importante instrumento para a construção do sistema nacional de indicadores de C&T.

Ter organizados e sistematizados conceitos e definições precisas sobre a terminologia utilizada na consolidação de dados de Ciência e Tecnologia é condição essencial para o êxito de um trabalho que se pretende abrangente e duradouro. Em termos de governo federal, a criação do "Universo de C&T" dentro da Classificação Funcional-Programática cumpriu, em parte, este papel, proporcionando à comunidade científica e aos planejadores do setor uma linguagem uniforme para o conhecimento das ações de C&T.

Assim, serão apresentados os termos técnicos e conceitos utilizados correntemente para o levantamento dos indicadores que compõem as estatísticas nacionais de C&T no que se refere aos recursos públicos financeiros. Serão abordados, ainda, os problemas verificados no levantamento dos dados referentes a essa classificação adotada e, finalmente, comentários a cerca da possibilidade da uniformização de linguagens para a América Latina.

 

Histórico

Com a criação do CNPq, em 1951, então Conselho Nacional de Pesquisa, o Brasil passou a fazer parte do grupo de países preocupados com fomento, organização e planejamento da Ciência e Tecnologia.

A partir daí, muitas outras ações foram desenvolvidas, de modo que foram se estruturando as condições para a criação de um Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - SNDCT.

Foram então criados, em 1952, a CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, visando a capacitação de docentes universitários; em 1964, o Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico, administrado pelo BNDE - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e que depois se transformou em FNDCT - Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, gerenciado pela FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos, como importantes instrumentos financeiros voltados à C&T.

A partir de 1964, o Brasil adotou uma classificação orçamentária denominada "Classificação Funcional-Programática", através da qual todas as ações do governo passaram a ser classificadas em níveis de detalhamento de forma flexível para planejamento, coordenação e execução orçamentária . A atual estrutura foi estabelecida em janeiro de 1974.

Essa Classificação apresenta em seu maior nível de agregação as Funções, através das quais são atingidas as grandes metas nacionais de longo prazo. As Funções são então desdobradas em Programas, que fazem a ligação entre os planos de longo e médio prazos aos orçamentos. Esses Programas são desdobrados em Subprogramas aos quais estão vinculados os Projetos/Atividades, que representam o menor nível de classificação das ações governamentais.

A grande virtude dessa Classificação é permitir a uniformização de conceitos e linguagens para se codificar e posteriormente se consolidar e quantificar todas as ações desenvolvidas em nível de Governo Federal, Estadual e Municipal.

Na década de 70 e 80, foram elaborados os I,II e III PBDCT - Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, através dos quais o Governo fixou metas a serem atingidas e previu alocações de dotações específicas para o setor de C&T, baseando-se, principalmente, no universo de Ciência e Tecnologia criado dentro da Classificação Funcional-Programática.

Merecem destaques, ainda, como referenciais importantes no estabelecimento de metodologia para o levantamento das estatísticas de C&T, o Manual Frascati (OECD) e o Manual Estatístico da Unesco.

 

Conceitos e classificação adotados

A Classificação Funcional-Programática (ver anexo I), criada em 1964 e implantada em 1974, representou a concretização de um antigo desejo do Governo em mostrar seus objetivos claramente em uma classificação orçamentária: era a implantação do orçamento-programa.

Essa Classificação retrata as ações governametais em três níveis: FUNÇÃO, PROGRAMA e SUBPROGRAMA.

"A FUNÇÃO representando o maior nível de agregação das ações do Governo nos diversos setores. O PROGRAMA, desdobramento das funções, representando os meios e instrumentos de ação organicamente articulados para alcançar os objetivos pretendidos e, mais do que isso, servindo de ligação entre o planejamento de longo e médio prazo e o orçamento anual. Os SUBPROGRAMAS representando objetivos parciais identificáveis dentro do produto final de um programa. Por fim, os projetos e atividades representando o conjunto de ações destinadas à materialização dos objetivos dos subprogramas, como seus instrumentos efetivos".

O Projeto envolve um conjunto de ações limitadas no tempo enquanto a Atividade é realizada de modo contínuo, no sentido de manutenção das ações públicas.

Uma das características mais importantes dessa classificação é o princípio de "Tipicidade". Há um conceito de tipicidade entre Função, Programa e Subprograma de forma a interligá-los. No entanto, para melhor classificar um projeto ou uma atividade, há flexibilidade total no uso dessa classificação de modo que um determinado projeto e/ou atividade pode ser classificado em qualquer Função, Programa e Subprograma.

Esse princípio permitiu se criar, dentro dessa classificação, o chamado "Universo de Ciência e Tecnologia". Segundo esse Universo, todas as ações governamentais referentes ao setor de C&T devem ser preferencialmente classificadas no Programa 010 (Ciência e Tecnologia), nos seus subprogramas típicos e atípicos a seguir descritos.

 

Típicos (do Programa 010 - Ciência e Tecnologia)

Subprogramas típicos do Programa 010 são aqueles elencados nesse Programa e representam detalhamentos da Ciência e Tecnologia. São eles:

0054. Pesquisa Fundamental - compreende o trabalho teórico ou experimental empreendido primordialmente para a aquisição de uma nova compreensão dos fundamentos subjacentes aos fenômenos e fatos observáveis, sem ter em vista nenhum uso ou aplicação específica.

0055. Pesquisa Aplicada - compreende a investigação original concebida pelo interesse em adquirir conhecimentos, sendo primordialmente dirgida em função de um fim ou objeto prático específico.

0056. Desenvolvimento Experimental - compreende as ações que utilizam os conhecimentos científicos e técnicos, visando tanto à producão de novos materiais, equipamentos, produtos, processos, sistemas ou serviços específicos, como, por exemplo, o desenvolvimento de plantas-piloto e protótipos.

0057. Informação Científica e Tecnológica - compreende as ações de coleta, processamento, armazenamento, análise e disseminação de informações e conhecimentos que sejam produto das atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas no país e no exterior. Inclui as ações de criação da infra-estrutura e os serviços executados por bibliotecas especializadas em ciência e tecnologia.

0058. Testes e Análises de Qualidade - compreende as ações que objetivam testes e análises (físicas, biológicas, bacteriológicas, químicas, estatísticas) de materiais, componentes, produtos, processos, solos, atmosfera, etc., realizados em laboratórios de qualidade.

0059. Levantamento do Meio Ambiente - compreende as ações desenvolvidas com o objetivo de conhecer o levantamento sistemático dos dados oceanográficos, meteorológicos, astronômicos, geofísicos, bem como a sua divulgação.

 

Atípicos (Típicos de Outros Programas)

Subprogramas atípicos do Programa 010 são aqueles típicos de outros programas, mas que, de alguma forma, fazem parte das ações de Ciência e Tecnologia. São eles:

0206. Ensino de Pós-Graduação - compreende as ações desenvolvidas com o objetivo de aprimorar e aprofundar os conhecimentos obtidos no ensino de graduação, visando a formação de professores, estímulo à pesquisa científica e a atividade cultural em suas múltiplas formas.

0292. Levantamento Geológico - compreende as ações desenvolvidas com o objetivo de obter informações básicas sobre ocorrências minerais, como uma primeira avaliação do potencial mineral, bem como a sua divulgação acompanhada de exposição de amostras, realizadas por museus especializados.

0296. Estudos e Pesquisas Hidrológicas - compreende as ações desenvolvidas com o objetivo de levantamento, cadastro, pesquisa e estudos sobre aproveitamento do potencial hídrico.

374. Marcas e Patentes - compreende as ações que visam amparar a criatividade nacional, pela proteção da propriedade industrial, através do registro de marcas e patentes de inventos diversos.

0375. Metrologia - compreende as ações que visam a fixação de normas reguladoras do sistema metrológico, bem como, fiscalização e controle do seu cumprimento em todo o território nacional.

A flexibilidade de ultilização da Funcional-Programática permite a apropriação do Projeto/Atividade no Orçamento de C&T a partir da classificação em qualquer desses subprogramas (típicos ou atípicos), em qualquer programa e em qualquer função. A apropriação também se dá a partir do programa de Ciência e Tecnologia combinado com qualquer subprograma da Funcional-Programática. Damos, a seguir, exemplos dessas hipóteses:

1 - Apropriação a partir do programa Ciência e Tecnologia.

Órgão: Ministério do Exército

Função: Defesa Nacional e Segurança Pública

Programa: Ciência e Tecnologia

1. Subprograma: Administração Geral

2. Atividade: Coordenação do Programa Ciência e Tecnologia.

2 - Apropriação a partir de um subprograma típico de C&T.

Órgão: Ministério da Saúde

Função: Saúde e Nutrição

Programa: Saúde

1. Subprograma: Pesquisa Aplicada

Projeto: Pesquisa Aplicada em Ciênica e Tecnologia

3 - Apropriação a partir de um subprograma atípico do Universo de C&T.

Órgão: Presidência da República

Função: Defesa Nacional e Segurança Pública

Programa: Planejamento Governamental

Subprograma: Ensino de Pós-Graduação

Atividade: Atividades da Escola Superior de Guerra.

 

Problemas metodológicos

A inadequada difusão e disseminação dos conceitos da Classificação Funcional-Programática tem se mostrado, ao longo desse período, um sério problema na classificação dos Projetos/Atividades. Para minimizá-lo, o CNPq firmou Protocolo de Intenções em 1980 com a Secretaria de Orçamento e Finanças - SOF do Governo Federal para atuar diretamente junto às entidades e seus órgãos de orçamento, no sentido de melhor classificar as ações de Ciência e Tecnologia.

Trata-se de um trabalho permanente e que nem sempre surte o efeito esperado, de modo que, muitas vezes, torna-se necessário apropriar-se de um projeto/atividade no orçamento de C&T independentemente de sua classificação orçamentária. Essa apropriação é feita a partir do objetivo descrito na lei orçamentária do projeto/atividade. Vale ressaltar, porém, que são poucos os casos em que são utilizados tais recursos, pois,em geral, a classificação, de acordo com o universo de C&T, é respeitada.

Outros problemas persistem como a confusão que há entre a Classificação Funcional e as Instituições, pois, em geral, as Funções são confundidas com as Instituições, de modo que a flexibilidade de classificação só funciona a partir do nível de programas. Assim, por exemplo, o Ministério da Educação e Desportos classifica todas as suas ações na função Educação e Cultura, o Ministério da Saúde na função Saúde e Nutrição etc. A Ciência e Tecnologia não registra essa deficiência pois não se tem a função desse setor. No entanto, os projetos/atividades do Ministério da Ciência e Tecnologia e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico são classificados na função Administração e Planejamento, deturpando as estatísticas em nível de função.

Deve-se ressaltar, finalmente, que essa metodologia se consagrou ao longo desse período, vem sendo aperfeiçoada anualmente, mas só consolida recursos governamentais para Ciência e Tecnologia. Outros indicadores físicos para o setor não são possíveis de apropriação por esse método.

 

Uniformização de linguagens

Ao longo desse período de experiência da utilização da Classificação Funcional-Programática, principalmente a partir de 1979, quando o CNPq passou a elaborar o Orçamento de Ciência e Tecnologia, ficou evidenciada a grande importância de uma linguagem comum, com conceitos claros, entre todas as instituições que compõem o Orçamento da União, dos Estados e dos Municípios do Brasil.

A uniformização dessa linguagem tornou possível uma leitura, também uniforme, em todos os níveis de governo, de modo a se poder ter uma metodologia que garantisse a consolidação das estatísticas de C&T do Brasil. Isso porque, neste país, os recursos do governo representam mais de 2/3 das aplicações nacionais em ciência e tecnologia.

A partir do processo de integração previsto no âmbito do Mercosul, torna-se necessário o estabelecimento de uma linguagem comum no que diz respeito aos indicadores orçamentários e estatísticos ligados à C&T. A criação de uma terminologia comum certamente poderá facilitar o entendimento entre diversas instituições governamentais dos países da América Latina e ainda, equacionar linhas de ação e delineamento de instrumentos capazes de buscar fontes de financiamento à C&T para a região.

 

ANEXO I

CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL-PROGRAMÁTICA

CODIFICAÇÃO DAS FUNÇÕES PROGRAMAS E SUBPROGRAMAS

(UNIVERSO DE C&T)

CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO

01 LEGISLATIVA

001 PROCESSO LEGISLATIVO

0001 AÇÃO LEGISLATIVA

002 FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA EXTERNA

0002 CONTROLE EXTERNO

02 JUDICIÁRIA

004 PROCESSO JUDICIÁRIO

0013 AÇÃO JUDICIÁRIA

0014 DEFESA O INTERESSE PÚBLICO NO PROCESSO JUDICIÁRIO

0015 CUSTÓDIA E REINTEGRAÇÃO SOCIAL

03 ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO

007 ADMINISTRAÇÃO

0020 SUPERVISÃO E COORDENAÇÃO SUPERIOR

0021 ADMINISTRAÇÃO GERAL

0022 DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOGRAFIA

0023 DIVULGAÇÃO OFICIAL

0024 INFORMÁTICA

0025 EDIFICAÇÕES PÚBLICAS

008 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

0030 ADMINISTRAÇÃO DE RECEITAS

0031 ASSISTÊNCIA FINANCEIRA

0032 CONTROLE INTERNO

0033 DÍVIDA INTERNA

0034 DÍVIDA EXTERNA

0035 PARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA

009 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL

0040 PLANEJAMENTO E ORÇAMENTAÇÃO

0042 ORDENAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO

0043 ORGANIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

0044 INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS E ESTATÍSTICAS

0045 ESTUDOS E PESQUISAS ECONÔMICO-SOCIAIS

010 CIÊNCIA E TECNOLOGIA

0054 PESQUISA FUNDAMENTAL

0055 PESQUISA APLICADA

0056 DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL

0057 INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

0058 TESTE E ANÁLISE DE QUALIDADE

0059 LEVANTAMENTO DO MEIO-AMBIENTE AGRICULTURA

013 ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA

0066 REFORMA AGRÁRIA

0067 COLONIZAÇÃO

014 PRODUÇÃO VEGETAL

0075 DEFESA SANITÁRIA VEGETAL

0076 CORRETIVOS E FERTILIZANTES

0077 IRRIGAÇÃO

0078 MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA

0080 SEMENTES E MUDAS

015 PRODUÇÃO ANIMAL

0087 DEFESA SANITÁRIA ANIMAL

0088 DESENVOLVIMENTO ANIMAL

0089 DESENVOLVIMENTO DA PESCA

016 ABASTECIMENTO

0094 ESTOQUES REGULADORES

0095 ARMAZENAMENTO E SILAGEM

0096 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS

0097 INSPEÇÃO, PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS

0098 EXECUÇÃO DA POLÍTIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS

017 PRESERVAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

0103 PROTEÇÃO A FLORA E A FAUNA

0104 REFLORESTAMENTO

0105 CONSERVAÇÃO DO SOLO

0106 JARDINS BOTÂNICOS E ZOOLÓGICOS

018 PROMOÇÃO E EXTENSÃO RURAL

0110 COOPERATIVISMO

0111 EXTENSAO RURAL

0112 PROMOÇÃO AGRÁRIA

05 COMUNICAÇÕES

021 COMUNICAÇÕES POSTAIS

0127 SERVIÇOS POSTAIS CONVENCIONAIS

0128 SERVIÇOS POSTAIS ESPECIAIS

022 TELECOMUNICAÇÕES

0134 TELEFONIA

0135 TELEGRAFIA

0136 SERVIÇOS ESPECIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES

0137 RADIOFUSÃO

0138 CABODIFUSÃO

06 DEFESA NACIONAL E SEGURANÇA PÚBLICA

026 DEFESA AÉREA

0160 OPERAÇÕES AÉREAS

027 DEFESA NAVAL

0163 OPERAÇÕES NAVAIS

028 DEFESA TERRESTRE

0166 OPERAÇÕES TERRESTRES

029 SERVIÇOS DE INFORMAÇÕES

0169 SERVIÇOS DE INFORMAÇÕES E CONTRA INFORMAÇÃO

030 SEGURANÇA PÚBLICA

0174 POLICIAMENTO CIVIL

0177 POLICIAMENTO MILITAR

0178 DEFESA CONTRA SINISTROS

0179 SERVIÇOS ESPECIAIS DE SEGURANÇA

07 DESENVOLVIMENTO REGIONAL

034 PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO NACIONAL - PIN

035 PROTERRA

038 PROGRAMAÇÃO A CARGO DE ESTADOS E MUNICÍPIOS

0181 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS A ESTADOS E MINICÍPIOS

039 DESENVOLVIMENTO

040 PROGRAMAS INTEGRADOS

0183 PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

08 EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

041 EDUCAÇÃO DA CRIANÇA DE 0 A 6 ANOS

0185 CRECHE

0190 EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

042 ENSINO FUNDAMENTAL

0187 ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO

0188 ENSINO REGULAR

043 ENSINO MÉDIO

0196 FORMAÇÃO PARA O SETOR PRIMÁRIO

0197 FORMAÇÃO PARA O SETOR SECUNDÁRIO

0198 FORMAÇÃO PARA O SETOR TERCIÁRIO

0199 ENSINO POLIVALENTE

044 ENSINO SUPERIOR

0205 ENSINO DE GRADUAÇÃO

0206 ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO

0207 EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

0208 CAMPUS UNIVERSITÁRIO

0209 ENSINO DE CURTA DURAÇÃO

045 ENSINO SUPLETIVO

0213 CURSOS DE SUPLÊNCIA

0214 CURSOS DE SUPRIMENTO

0215 CURSOS DE QUALIFICAÇÃO

0216 CURSOS DE APRENDIZAGEM

0217 TREINAMENTO DE RECURSOS HUMANOS

046 EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS

0223 EDUCAÇÃO FÍSICA

0224 DESPORTO AMADOR

0227 DESPORTO PROFISSIONAL

0228 PARQUES RECREATIVOS E DESPORTIVOS

047 ASSISTÊNCIA A EDUCANDOS

0234 ASSOCIATIVISMO ESTUDANTIL

0235 BOLSAS DE ESTUDOS

0236 LIVRO DIDÁTICO

0237 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO

0238 RESIDÊNCIA PARA EDUCANDOS

0239 TRANSPORTE ESCOLAR

0240 RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO

048 CULTURA

0246 PATRIMÔNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E ARQUEOLÓGICO

0247 DIFUSÃO CULTURAL

049 EDUCAÇÃO ESPECIAL

0252 EDUCAÇÃO COMPENSATÓRIA

0253 EDUCAÇÃO PRECOCE

09 ENERGIA E RECURSOS MINERAIS

051 ENERGIA ELÉTRICA

0263 GERAÇÃO DE ENERGIA HIDRELÉTRICA

0264 GERAÇÃO DE ENERGIA TERMELÉTRICA

0265 GERAÇÃO DE ENERGIA TERMONUCLEAR

0266 GERAÇÃO DE ENERGIA NÃO-CONVENCIONAL

0267 TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

0268 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

0269 ELETRIFICAÇÃO RURAL

0270 GERAÇÃO DE ENERGIA NUCLEOELÉTRICA

052 PETRÓLEO

053 RECURSOS MINERAIS

0289 PROSPECÇÃO E AVALIAÇÃO DE JAZIDAS

0290 EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO

0292 LEVANTAMENTOS GEOLÓGICOS

054 RECURSOS HÍDRICOS

0296 ESTUDOS E PESQUISAS HIDROLÓGICAS

0297 REGULARIZAÇÃO DE CURSOS D'ÁGUA

055 CARVÃO MINERAL

056 XISTO

10 HABITAÇÃO E URBANISMO

057 HABITAÇÃO

0316 HABITAÇÕES URBANAS

0317 HABITAÇÕES RURAIS

058 URBANISMO

0323 PLANEJAMENTO URBANO

059 REGIÕES METROPOLITANAS

060 SERVIÇOS DE ULTILIDADE PÚBLICA

0325 LIMPEZA PÚBLICA

0326 SERVIÇOS FUNERÁRIOS

0327 ILUMINAÇÃO PÚBLICA

0328 PARQUES E JARDINS

11 INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS

062 INDÚSTRIA

0346 PROMOÇÃO INDUSTRIAL

0347 PRODUÇÃO INDUSTRIAL

0348 IMPORTAÇÃO DE INSUMOS INDUSTRIAIS

063 COMÉRCIO

0353 COMERCIALIZAÇÃO

0354 PROMOÇÃO INTERNA DO COMÉRCIO

0355 PROMOÇÃO EXTERNA DO COMÉRCIO

064 SERVIÇOS FINANCEIROS

0361 SEGUROS E CAPITALIZAÇÃO

0362 SERVIÇOS BANCÁRIOS E FINANCEIROS

065 TURISMO

0363 PROMOÇÃO DO TURISMO

0364 EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS

066 NORMATIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL

0374 MARCAS E PATENTES

0375 METROLOGIA

0376 REGISTRO DE EMPRESAS

12 RELAÇÕES EXTERIORES

072 POLÍTICA EXTERIOR

0410 RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS

0411 COOPERAÇÃO INTENACIONAL

13 SAÚDE E SANEAMENTO

075 SAÚDE

0427 ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

0428 ASSISTÊNCIA MÉDICA E SANITÁRIA

0429 CONTROLE DAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS

0430 VIGILÂNCIA SANITÁRIA

0431 PRODUTOS PROFILÁTICOS E TERAPÊUTICOS

0432 SAÚDE MATERNO-INFANTIL

076 SANEAMENTO

0447 ABASTECIMENTO D'ÁGUA

0448 SANEAMENTO GERAL

0449 SISTEMAS DE ESGOTOS

077 PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE

0455 DEFESA CONTRA A EROSÃO

0456 CONTROLE DA POLUIÇÃO

0457 DEFESA CONTRA AS SECAS

0458 DEFESA CONTRA AS INUNDAÇÕES

0459 RECUPERAÇÃO DE TERRAS

14 TRABALHO

078 PROTEÇÃO AO TRABALHADOR

0470 SEGURO DESEMPREGO

0471 AUXÍLIO REFEIÇÃO

0472 VALE TRANSPORTE

079 SEGURANÇA, HIGIENE E MEDICINA DO TRABALHO

0479 NORMATIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA PROTEÇÃO NO TRABALHO

0480 PREVENÇÃO DO ACIDENTE DO TRABALHO

080 RELAÇÕES DO TRABALHO

0473 ASSOCIATIVISMO E SINDICALISMO

0474 FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL

0475 FISCALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO

0477 ORDENAMENTO DO EMPREGO E DO SALÁRIO

0478 SERVIÇO SOCIAL

15 ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA

081 ASSISTÊNCIA

0483 ASSISTÊNCIA AO MENOR

0484 ASSISTÊNCIA AO SILVÍCOLA

0485 ASSISTÊNCIA A VELHICE

0486 ASSISTÊNCIA SOCIAL GERAL

0487 ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA

082 PREVIDÊNCIA

0492 PREVIDÊNCIA SOCIAL A SEGURADOS

0493 PREVIDÊNCIA SOCIAL A NÃO SEGURADOS

0495 PREVIDÊNCIA SOCIAL A INATIVOS E PENSIONISTAS

083 PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL

084 FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DO SERVIDOR PÚBLICO

16 TRANSPORTE

087 TRANSPORTE AÉREO

0523 INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA

0524 CONTROLE E SEGURANÇA DE TRÁFEGO AÉREO

0525 SERVIÇOS DE TRANSPORTE AÉREO

088 TRANSPORTE RODOVIÁRIO

0532 TERMINAIS RODOVIÁRIOS

0534 ESTRADAS VICINAIS

0535 CONTROLE E SEGURANÇA DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO

0536 SERVIÇOS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO

0537 CONSTRUÇÃO E PAVIMENTAÇÃO DE RODOVIAS

0538 CONSERVAÇÃO DE RODOVIAS

0539 RESTAURAÇÃO DE RODOVIAS

089 TRANSPORTE FERROVIÁRIO

0542 FERROVIAS

0543 TERMINAIS FERROVIÁRIOS

0544 CONTROLE E SERGURANÇA DE TRÁFEGO FERROVIÁRIO

0545 SERVIÇOS DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO

090 TRANSPORTE HIDROVIÁRIO

0562 PORTOS E TERMINAIS FLUVIAIS E LACUSTRES

0563 PORTOS E TERMINAIS MARÍTIMOS

0564 CONTROLE E SEGURANÇA DE TRÁFEGO HUDROVIÁRIO

0565 SERVIÇOS DE TRANSPORTE MARÍTIMO

0566 SERVIÇOS DE TRANSPORTE FLUVIAL E LACUSTRE

0567 HIDROVIAS

091 TRANSPORTE URBANO

0571 SERVIÇOS DE TRANSPORTE URBANO

0572 TRANSPORTE METROPOLITANO

0573 CONTROLE E SEGURANÇA DE TRÁFEGO URBANO

0574 VIAS EXPRESSAS

0575 VIAS URBANAS

0576 TERMINAIS INTERMODAIS

092 CORREDORES DE TRANSPORTE

093 TRANSPORTES ESPECIAIS

0580 DUTOS

 

Referências bibliográficas

MARTINS, Geraldo M. "Situações e Perspectivas das Estatísticas Nacionais de C&T". CNPq/IBICT. Brasília, 1993.

MTO-"Manual Técnico de Orçamento-Classificações Orçamentárias"- 3° Ed.DIN (1985).

MTO - "Manual Técnico de Orçamento - 1984". DIN - SEPLAN/SOF.

OCDE (1975). Medição de Atividades Científicas e Tecnológicas - "Manual Frascati". CNPq (1978).

 

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