Caracterização de paradigmas definicionais terminológicos
Maria José Bocorny Finatto
Projeto Terminológico Cone Sul
UFRGS
Brasil
Resumo
Este trabalho apresenta alguns resultados da pesquisa desenvolvida junto ao Projeto TERMISUL sobre a caracterização de paradigmas definicionais terminológicos.Procurando oferecer um instrumental teórico-prático para auxiliar o processo de elaboração de definições para o primeiro dicionário TERMISUL, a pesquisa parte da análise proposicional da definição terminológica desenvolvida por Passeggi (1992) e propõe paradigmas diferenciados para a estruturação de textos definitórios.
Apresentação
Este trabalho de pesquisa tem o objetivo principal de investigar a formulação e a natureza das diferentes definições terminológicas encontradas na produção terminográfica de publicação nacional. De tal modo, temos também como objetivo contribuir para o avanço e crescimento dos trabalhos do Projeto Terminológico Cone Sul que, em sua fase atual, elabora um dicionário sobre a legislação ambiental brasileira.
A investigação sobre paradigmas definicionais terminológicos pretende, neste sentido, auxiliar os trabalhos de confecção do dicionário em sua fase mais complexa: a elaboração de definições para aqueles termos que não as possuem nos textos legais.
Assim, partindo do trabalho de Passeggi, procuraremos, a partir da investigação das características e peculiaridades da construção semântica e pragmática da definição terminológica, oferecer um instrumental teórico-prático para a elaboração das definições necessárias no primeiro dicionário TERMISUL.
Acrescente-se a isso a escassez, em nível nacional e internacional, de pesquisas sobre o tema.
Por outro lado, salientamos que esta comunicação apresenta apenas alguns resultados da pesquisa em andamento.
Definição, definição terminológica e paradigmas de definição
Embora exista uma discussão bastante interessante sobre a existência ou não daquilo que se convencionou chamar "definição", é notória e inegável e existência concreta de um tipo de texto (ou microtexto) que serve, entre as sociedades de cultura escrita, para delimitar noções, caracterizar entes de existência real ou abstrata.
Dependendo do quadro teórico dentro do qual se argumenta, o potencial polissêmico do próprio termo definição pode formalizar-se diferentemente. Assim, por exemplo, uma análise de definição pode ater-se ao seu aspecto semântico, tratando apenas da organização de conteúdos lógico cognitivos, ou, então, pode apenas considerar as condições de produção e utilização de uma definição, examinando situações concretas de comunicação em que alguém define algo para alguém que precisa entender o que é este algo - estaria aqui configurada uma abordagem pragmática da definição.
Independente de um enfoque único ou conjunto que se ofereça à questão de definir o que é uma definição, sabemos que de Aristóteles a Port-Royal, chegando aos modernos filósofos da linguagem, ainda persiste uma taxionomia para definição com diferentes tipos de definições para nomes, palavras e coisas. Isto é, além de uma "categoria definição", há subcategorizações.
Assim, dizer apenas que toda definição (de qualquer tipo) é um texto pode parecer à primeira vista uma tentativa de simplificação. Contudo, esta é sem dúvida uma opção teórica também bastante complexa, pois, afinal, de que tipo de texto estaríamos falando? Utilizaríamos qual referencial teórico textual? Como definiríamos o que é um texto?
Neste sentido, estando conscientes da magnitude da discussão sobre a natureza do texto, optaremos aqui por considerar, para fins práticos, qualquer definição como um tipo específico de texto bidimensionado: com suas dimensões semântica e pragmática. Não obstante, dentro deste enfoque "textual", consideraremos que, como Wiegand (1989:539), definições são textos ou segmentos de textos, e isso vale sobretudo para as inúmeras caracterizações e definições de definição ou de definitio, como com Aristóteles, filósofos em geral, juristas, lingüistas, entre outros. Esta concepção vale também para aquelas expressões hipônimas de definição como definição lógica, definição algébrica, definição enciclopédica, definição relacional, definição terminológica, etc.
Por outro lado, restringindo um pouco o alcance de uma grande Teoria da Definição, irá nos interessar sobretudo um tipo especial de definição: aquela de contexto dicionarístico e, mais precisamente, a orientada para os dicionários de especialidade ou técnico-científicos. Afinal, como bem indica Kleinkecht (apud Wiegad 1989:539), poucos termos científicos têm tantos significados como a expressão definição.
Além disso, é importante lembrar que, no contexto dicionarístico, "na construção dos textos definitórios, efetua-se uma operação de transposição de sentidos com vistas a estabelecer a equivalência semântica entre o termo definido e seus definidores" (Krieger, 1980:11). Esta operação é, naturalmente, constituída de um elemento diferenciado, a perspectiva de um interlocutor, o consulente.
Assim, a definição, vista como produto textual, é estruturalmente concebida como um lugar de transposição de sentido, em busca de uma equivalência entre um termo e um enunciado. Esta busca, no contexto dicionarístico, adquire características diferenciadas. Além disso, não podemos esquecer da dimensão dialógica do texto definitório e das especificidades do domínio terminológico.
Como a natureza deste trabalho não permite maiores desenvolvimentos sobre a questão da definição, que poderia ser aqui oposta, por exemplo,ao termo explicação, integrante do processo de nominalização ou da chamada Teoria do Conceito, trataremos a seguir apenas da definição terminológica e de suas peculiaridades, foco principal do nosso trabalho.
Ampliando esta observação final, julgamos também importante definir desde já o referencial teórico subjacente a este trabalho: o texto-definição de tipo terminológico será aqui entendido, conforme orientação adotada por Passeggi (1992), como um conjunto proposicional onde o terminógrafo adota um tipo de comportamento lingüístico determinado, caracterizando elementos de um sistema conceptual principalmente através do processo de predicação. Assim, além da perspectiva textual, compartilhamos, principalmente em função da finalidade prática deste estudo, do ponto de vista desse autor, e aceitaremos de antemão que definir um termo é um "comportamento ligüístico-textual" específico, construído principalmente através da predicação.
A definição terminológica
Seguindo nossa linha de pensamento, podemos considerar que o termo definição terminológica é um hipônimo de definição. Isto é, como em Dubois (1978:324), há uma relação de inclusão entre ambos.
De tal sorte, no interior de um grande e abstrato conjunto de elementos denominado definição, ocorre um subconjunto: aquele formado por diferentes e possíveis definições terminológicas. Assim, por mais redundante que possa parecer, toda definição terminológica é uma definição, mas o inverso não se aplica. É o que podemos visualizar pelo esquema abaixo:
Além disso, é importante salientar que mesmo as relações estabelecidas entre o conjunto A e o subconjunto B são complexas. Como mesmo indica Dubois (1978:324), quanto maior é a extensão de um conjunto, tanto mais inclusivo é ele, já que a classe dos referidos é maior. Por outro lado, quanto menor é a classe dos referidos, tanto maior é o conjunto dos traços definidores e tanto mais cresceria a compreensão.
Neste sentido, se o nosso conjunto B anteriormente indicado é formado por um número restrito de categorias ou tipos, maior seria conjunto de características que o fixam.
Na tentativa de fundamentar uma investigação sobre algumas características textuais da definição terminológica é que trataremos a seguir, muito resumidamente, sobre paradigmas ou modelos dessa ordem.
Paradigmas de definição terminológica
Como bem indica Gianni (1993:51 ss.), a ISO (International Organization of Standardization), documento 1087 de 1968, estabelece basicamente dois tipos de processos deficionais terminográficos:
a. definição por compreensão - corresponde à definição clássica do gênero próximo e diferença específica;
b. definição por extensão - pode corresponder a uma enumeração dos constituintes de um termo genérico, ou, então, fornece uma regra para a determinação da extensão de uma noção.
Além desses dois tipos, são também indicados por Gianni:
c. definição contextual - é aquela que reproduz o contexto ou contextos em que o termo ocorre;
d. definição enciclopédica - está orientada para a escrição exaustiva da coisa nomeada. A informação predominante refere-se a um recorte da realidade extralingüística.
Observe-se que estas diferentes metodologias de definição podem coocorrer. Por outro lado, é importante salientar que, mesmo a definição terminológica entendida como conjunto proposicional predicativo, também pode incluir metodologias de ocorrência simultânea.
Assim, a fixação de paradigmas ou modelos para a estruturação de textos definitórios de natureza terminológica depende, ao nosso ver, muito mais de um método. O paradigma ou modelo seria fixado, então, por um método previamente escolhido.
Não obstante, acreditamos que a proposta de Passeggi (1992) poderá também contribuir para o estabelecimento de modelos de definição diferenciados, já que sua metodologia de descrição proposicional pode, por exemplo, agregar os processos deficionais tratados pela ISO.
A proposta de Passeggi (1992) e sua aplicabilidade À análise de definições terminológicas
De acordo com a proposta de Passeggi (1992), a análise da constituição da definição terminológica parte de duas instâncias básicas: a semântica e a pragmática. Na primeira, será tratada a estruturação de conteúdos lógico-cognitivos; na segunda são levadas em consideração as condições de produção da definição e sua utilidade prática.
Muito apropriadamente, o autor indica que o maior ou menor grau de elaboração semântica não condiciona um maior ou menor grau de utilidade de uma definição.
Segundo Passeggi (1992:325), há na definição um movimento de explicitação da significação, o que ele denomina "movimento de expansão". Neste movimento, a definição de um termo t é construída sobre um conjunto de proposições predicativas tal como vemos abaixo:
Definição de t = P1 + P2 + Pn
Cada uma das proposições P formadoras da definição é basicamente uma proposição predicativa. De tal sorte, a constituição de P será a seguinte:
P -" f (x,y)
De acordo com esta fórmula estrutural, Passeggi indica f como o predicado e x como primeiro argumento de f. Isto é, f é o que se diz primeiramente sobre x, o termo. O segundo argumento da proposição é y. Este elemento, no âmbito de uma "sintaxe proposicional", corresponderia a um complemento de f ou, de acordo com a concepção estrutural de Pottier (1978), corresponderia ao segundo actante.
Além disso, é importante salientar que uma proposição pode ser argumento de uma outra proposição, tal que P -" f (x,P). Assim, cada P corresponderia a uma propriedade de x relevante num dado contexto de enunciação para denotar o objeto referido pelo termo.
Considerada, então, uma definição como um conjunto de predicados do termo, o autor propõe uma classificação e uma tipologia de predicados implícitos na definição. Por uma análise de proposições predicativas interpretantes, Passeggi estabelece o seguinte quadro de predicadores regulares (obtidos a partir da análise lógica de definições-amostra):
|
SER incl |
SER qual |
POSSUIR |
FAZER |
SERVIR para |
RESULTAR de |
Assim, a apartir dos predicadores propostos pelo autor, torna-se possível analisar a constituição proposicional de diferentes definições já formuladas, bem como também a constituição de contextos definitórios encontrados na literatura especializada de determinada área. A homogeneidade predicativa será, então, um dos principais focos de uma análise desta natureza.
Algumas aplicações da proposta aos trabalhos do TERMISUL
Como o objetivo de trabalho do Projeto TERMISUL, instituição onde está sendo desenvolvida esta pesquisa, é a terminologia de domínio jurídico-ambiental, procuramos, em virtude de objetivos essencialmente práticos, realizar uma testagem preliminar da proposta de Passeggi (1992) para matrizes definicionais. Tais matrizes são, na verdade, um esquema constitutivo das proposições predicativas dos termos.
Em termos práticos, observa-se junto aos trabalhos do TERMISUL a necessidade de se ter um instrumental da análise e crítica para definições já formuladas em dicionários similares e para aquelas definições encontradas em obras de referência, quer do âmbito jurídico (doutrina, corpus legal, etc.), quer do âmbito da ciência ecológica (manuais, tratados, etc.). Assim, podemos dizer que interessa sobretudo à equipe de trabalho TERMISUL poder contar com um instrumental para crítica de definições pré-existentes e para a elaboração de definições quando for o caso. Além disso, um tal instrumento deveria também subsidiar uma crítica lingüística para a escolha de uma definição adequada já existente em obra similar ou não, de modo a incluí-la no dicionário.
Supondo que a proposta de Passeggi (1992) ofereceria tal instrumento, examinamos, em caráter preliminar, algumas definições de um dicionário similar ao desenvolvido pela equipe TERMISUL, o Glossário de Ecologia (ACIESP, 1987). Os verbetes aqui apresentados são: poluição, poluição sonora, poluição sólida, poluição agrícola e poluição química.
Os resultados foram os seguintes:
a. "POLUIÇÃO - Efeito que um poluente produz no ecossistema. V. Contaminação."
análise proposicional da definição: P = T
| T - P1 = T é um efeito que x (poluente) produz sobre y (ecossistema) |
| T - P2 = T é relacionado com z (contaminação) |
matriz proposicional da definição de POLUIÇÃO:
|
SER incl |
SER qual |
POSSUIR |
FAZER |
SERVIR para |
RESULTAR de |
|
efeito de
x sobre y |
relacionado com z |
|
|
|
|
b."POLUIÇÃO SONORA - aquela produzida por ruídos excessivos durante um período prolongado."
c. "POLUÇÃO SÓLIDA - aquela em que o poluente é um material sólido, tipicamente metal, plástico, entulho, vidro e sedimento."
d. "POLUIÇÃO AGRÍCOLA - aquela proveniente de dejetos e líquidos de todos os tipos de agricultura, incluindo enxurrada de pesticidas e fertilizantes, erosão e poeira de solo arado, fezes e carcaças de animais, resíduos de safras e detritos diversos."
e. "POLUIÇÃO QUÍMICA - aquela em que o poluente é um elemento ou substância ou ma mistura química."
A matriz proposicional do conjunto das definições acima indicadas será a seguinte:
|
Definição |
SER incl |
SER qual |
POSSUIR |
FAZER |
SERVIR para |
RESULTAR
de |
|
a |
t |
sonora |
- |
- |
- |
ruídos(...) |
|
b |
t |
sólida |
poluente sólido |
- |
- |
- |
|
c |
t |
agrícola |
- |
- |
- |
dejetos(...) |
|
d |
t |
química |
poluente é elemento
(...) |
- |
- |
- |
Observamos pelo quadro anterior que, respeitando-se a estrutura predicativa do termo base POLUIÇÃO, os termos derivados poderiam ser caracterizados pela proposição predicativa que identificasse o efeito ou a natureza diferenciada de x (poluente) sobre y (ecossistema).
Além disso, no que se refere à homogeneidade proposicional, observamos que a proposta de Passeggi permitiu constatar irregularidades deste tipo.
Por outro lado, poderíamos propor, a partir da comparação entre as matrizes proposicionais anteriores, a seguinte definição para POLUIÇÃO AGRÍCOLA:
Poluição agrícola - é o tipo de poluição cujo poluente é resíduo da atividade agrícola, podendo ser dejeto sólido e líquido, enxurrada de pesticida e fertilizante, erosão e poeira de solo arado, fezes e carcaças de animais, resíduos de safras e detritos diversos.
A matriz proposicional desta definição seria:
|
SER incl |
SER qual |
POSSUIR |
FAZER |
SERVIR para |
RESULTAR de |
|
poluição |
tipo de poluição |
poluente que é resíduo da atividade agrícola,dejeto (...) diversos. |
|
|
|
Assim, observamos também que a proposta de análise proposicional da definição pode ser utilizada para a obtenção de definições mais homogêneas.
Contudo, não poderíamos deixar de salientar que, uma vez feito o desdobramento dos contextos de definição em proposições interpretantes, é, sem dúvida, a "filtragem da significação a ser efetivada" (Passeggi, 1992:327) um dos pontos mais complexos do trabalho terminográfico.
No caso dos trabalhos do Projeto TERMISUL, um grupo de especialistas é que determinará quais proposições reter. E, quanto à redação das definições, parece-nos ser da competência dos lingüistas da equipe a elaboração de textos definitórios mais adequados à expressão daquelas proposições previamente estabelecidas pelo biólogo ou jurista.
Neste sentido, acreditamos, pelos resultados preliminares obtidos, que a proposta do A. pode oferecer subsídios para "uma redação coerente com a redação de outras definições" (op. cit. p. 327) do primeiro dicionário TERMISUL.
Considerações finais
Pelo o que pudemos observar da análise de alguns contextos de definição, o instrumental descritivo da proposta do A. mostrou-se bastante eficiente, principalmente para a verificação de uniformidade predicativa em um conjunto de definições conceptualmente relacionado.
Por outro lado, uma vez que nossa pesquisa já examinou um conjunto bem mais amplo de definições de dicionários similares ao do TERMISUL e contextos de definição de manuais e obras de natureza teórica do domínio jurídico-ambiental, parece-nos importante indicar o seguinte:
a. há momentos em que as diretrizes fixadas por Passeggi (1992) não permitem uma classificação imediata para determinada proposição. Isto ocorre principalmente entre os predicados SER, de inclusão e qualificação, e FAZER.
Neste sentido, o A. explicita que:
"Cada proposição é o resultado de escolhas baseadas nos critérios básicos apresentados, e em outros ainda, que não foi possível desenvolver por falta de espaço. Mas cada uma das proposições mereceria uma discussão na medida em que ilustram aspectos específicos" (1992:328).
Assim, podemos considerar, a partir da análise proposicional em andamento, que uma maior explicitação de critérios seria extremamente útil para o desenvolvimento do trabalho;
b. a observação de regularidades predicativas para determinados e diferentes tipos de referentes designados pelos termos pode gerar a caracterização de paradigmas definicionais. Neles, as diferentes metodologias apontadas pela ISO, por exemplo, poderiam ser conjugadas com submatrizes específicas;
c. as matrizes proposicionais, como visto anteriormente na definição sugerida para POLUIÇÃO AGRÍCOLA, poderão também apresentar relações de inclusão e recursividade do tipo:
[ [ Poluição ] SER [ efeito de x sobre y ] ]
[ Poluição ( Poluição Agrícola ) ]
[ [ Poluição Agrícola ] SER [ Poluição de tipo T ] ]
[ Poluição de tipo T ] POSSUIR [ ação do poluente de tipo T sobre Y ] ]
[ [ Poluente ] SER incl [ ... ] SER qual [ ... ] ]
Observe-se que, conforme anteriormente mencionado, poderíamos também propor que o predicado entre o argumento [ Poluição do tipo T ] e [ ação do poluente de tipo T sobre Y ] fosse SER.
Com base no que foi apresentado aqui e no desenvolvimento de nosso trabalho, podemos considerar que a fixação das características de diferentes paradigmas definicionais terminológicos é um objetivo a ser alcançado. Neste sentido, a descrição proposicional de definições de termos já previamente categorizados pela equipe TERMISUL poderá gerar princípios para o estabelecimento de submatrizes específicas.
Bibliografia citada
ACADEMIA DE CIÊNCIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO. Glossário de Ecologia. 1ª ed. São Paulo: ACIESP, 1987.DUBOIS, Jean et al. Dicionário de Lingüística. São Paulo, Cultrix, 1978.
GIANNI, Eliana. O Paradigma Definicional Lexicográfico e Terminográfico. Porto Alegre, Cadernos do IL, 10, UFRGS, 1993. p. 45-56.
KRIEGER, Maria da Graça. A definição lexicográfica no Novo Dicionário Aurélio. Porto Alegre, UFRGS, 1980.
PASSEGGI, Luis A. S. A definição do termo: aspectos semânticos e aspectos pragmáticos. Anais do II Simpósio Latino-Americano de Terminologia e I Encontro Brasileiro de Terminologia Técnico-científica. Brasília, IBICT, 1992. p. 325-330.
WIEGAND, Herbert E. Arten von Mikrostrukturen in allgemeinen einsprachigen Wörterbuch. In: International Encyclopedia of Lexicography, De Gruyter, Berlin/New York, 1989. p. 328-360.